A cada dia que passa, a cada passo que dou, os momentos que vivi contigo não se desfazem da memória, memória que se transforma em saudade, lembranças daquelas noites onde nosso prazer parecia infinito, onde te ter era a maior razão do amor que em mim se instalara, um amor surgido sem que eu percebesse e agora penso que dorme aqui dentro do meu peito...dorme....apenas dorme...o amor...a saudade...A saudade volta sempre a cada viagem solitária nas noites tardias enquanto rumo prá casa e a lembrança de você, de cada beijo, de nossos corpos em sintonia ritmados pelo prazer fazem todo o amor adormecido ressurgir numa lágrima que teima em brotar nos olhos e a me escorrer pela face, disfarço, tento mudar os pensamentos, mas não consigo, ainda está aqui pulsando em mim esse amor e dói, dói mais ainda porque sei que nada disso voltará, estás longe e não mais voltarás...e o amor que teima em rolar dos meus olhos, volta a dormir no meu peito...adormecido...dorme...dorme apenas....
domingo, 9 de dezembro de 2012
Adormecido em mim...
A cada dia que passa, a cada passo que dou, os momentos que vivi contigo não se desfazem da memória, memória que se transforma em saudade, lembranças daquelas noites onde nosso prazer parecia infinito, onde te ter era a maior razão do amor que em mim se instalara, um amor surgido sem que eu percebesse e agora penso que dorme aqui dentro do meu peito...dorme....apenas dorme...o amor...a saudade...A saudade volta sempre a cada viagem solitária nas noites tardias enquanto rumo prá casa e a lembrança de você, de cada beijo, de nossos corpos em sintonia ritmados pelo prazer fazem todo o amor adormecido ressurgir numa lágrima que teima em brotar nos olhos e a me escorrer pela face, disfarço, tento mudar os pensamentos, mas não consigo, ainda está aqui pulsando em mim esse amor e dói, dói mais ainda porque sei que nada disso voltará, estás longe e não mais voltarás...e o amor que teima em rolar dos meus olhos, volta a dormir no meu peito...adormecido...dorme...dorme apenas....
domingo, 2 de setembro de 2012
Olhares
Olhar você, me faz entender que os dias passam, as horas passam, e nada mudou...não mudou teu olhar.Teu olhar sempre disperso, um olhar que não me vê, este é o teu olhar. Olho no olho? Não, tu olha o meu olho, mas não enxerga o meu olhar. Um olhar que desvia do meu, olhar arredio.Os olhos são o reflexo da alma, e o que eu veria refletido no teu olhar? Talvez uma incógnita? Talvez, mas não sei se realmente não sei, só sei que com certeza eu não estaria lá como gostaria de estar. Um olhar que busca outro olhar, que não o meu...será que devo ainda querer? Quero um olhar que encontre o meu, que veja o meu, que nos momentos mais íntimos procure o meu e refletido o mesmo prazer, o mesmo desejo....que seja eu refetida neste olhar...
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
A CASA ELÉTRICA - A SAGA EXTRAORDINÁRIA DE UM HOMEM DOMINADO POR SUA PAIXÃO PELA PRIMEIRA VEZ PORTO ALEGRE VÊ O SEU PRÓPRIO PASSADO NA TELA DO CINEMA
A SAGA EXTRAORDINÁRIA DE UM HOMEM DOMINADO POR SUA PAIXÃO
PELA PRIMEIRA VEZ PORTO ALEGRE VÊ O SEU PRÓPRIO PASSADO NA TELA DO CINEMA
Era a Primeira República. José Montaury governava a cidade. Uma época de grandes transformações. É nesse ambiente de início de século que Porto Alegre vive um dos momentos mais extraordinários e pouco lembrados de sua história: a epopéia de paixão, triunfo e sofrimento do imigrante italiano Savério Leonetti. Leonetti era um homem incomum, explosi
PELA PRIMEIRA VEZ PORTO ALEGRE VÊ O SEU PRÓPRIO PASSADO NA TELA DO CINEMA
Era a Primeira República. José Montaury governava a cidade. Uma época de grandes transformações. É nesse ambiente de início de século que Porto Alegre vive um dos momentos mais extraordinários e pouco lembrados de sua história: a epopéia de paixão, triunfo e sofrimento do imigrante italiano Savério Leonetti. Leonetti era um homem incomum, explosi
vo e obstinado e realizou um feito também incomum: fundou em Porto Alegre uma gravadora de discos e estabeleceu, no sul do Brasil, o primeiro marco da nascente indústria cultural da América Latina. Sua história de obstinação empreendedora e de ousadia, e seu amor tempestuoso por uma gaúcha, são narrados no longa-metragem "A Casa Elétrica", provavelmente o primeiro filme de época urbano realizado no RGS. Autor do filme: Gustavo Fogaça, o Guffo. Com Carmela Paglioli e Nicola Siri. Apresentação em Gramado, dia 16 de agosto.
(no clip acima: apresentação de cenas do set de filmagens, com fotos de Alexandre Berra e a música de apoio do filme, "Senza te", cantada por Isabela Fogaça, com letra e música de J.Fogaça)
(no clip acima: apresentação de cenas do set de filmagens, com fotos de Alexandre Berra e a música de apoio do filme, "Senza te", cantada por Isabela Fogaça, com letra e música de J.Fogaça)
terça-feira, 26 de junho de 2012
Brisas
A liberdade do sentir e sonhar ao fechar os olhos percebendo tudo ao meu redor, sentir a vida, sentir pulsar, sentir a brisa que sopra no rosto, como se um beijo me fosse dado naquele momento, um doce afago em minha face, fazendo um arrepio percorrer-me o corpo, um arrepio de frio, sim, porque a vida trouxe de volta o inverno, sinto agora a brisa fria, a noite caindo mais cedo, o ar gelado, arrepios, arrepios de desejo pela vida que corre lá fora, esquenta e faz pulsar o coração a cada beijo soprado pela brisa do inverno, sinto cada sopro como se fosse um beijo dado pela boca tua...
sábado, 9 de junho de 2012
Pontuando a vida!!
Todo o começo sempre tem muitos pontos de exclamação, algumas vírgulas foram chegando, depois ponto e vírgula, e eis que foram tantas interrogaçóes que fizeram os pontos de exclamação diminuirem. Foi assim que o ponto final se aproximou, eis que ainda na mesma página vieram as reticências, nova interrogação, surgiram resistências, mas tantas foram as reticências que definitivamente o ponto final chegou para ficar, e vejam só, juntamente com o final da página, encerrado um capítulo escrito há meses. Resistente em começar tudo de novo, viro a página e inicio novo capítulo, novo páragrafo, mas agora numa página em branco, todinha minha, começo com letra maiúscula, aqui quero escrever, pontuar exclamações, vírgulas bem colocadas, reticências sim, mas onde existam momentos de prazer e que levem a novos ponto de exclamação. Interrogação?? Sim , só para perguntar: está feliz??
domingo, 3 de junho de 2012
Maravilha da Natureza
Na dança de corpos ritmados
Olhares se cruzam
Um sorriso trocado
Um giro e um olá.. .
Sorrisos, palavras
O toque de leve
Um beijo, uma chama acesa
O fogo que faz arder
corpos em chamas
madrugada de rua deserta
o desejo aumenta
em beijos lateja
língua ávida
arranca suspiros
prazer...entrega
um escorpião na balança
descobertas e encontros
maravilha da natureza
numa noite inesperada!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Desconstruindo para renascer..
E foi sem perceber que novamente me encontrei enredada nos mesmos círculos viciosos de dores..foi sem perceber que me deixei levar por águas tão intempestivas quanto as que um dia naveguei e consegui sair cheia de cicatrizes...Um sentimento de tristeza me invadiu ao perceber que aquilo que tanto procuro, está muito longe de ser encontrado, quero poder desejar, quero ter minhas vontades também satisfeitas, não quero viver mais isso que já vivi, sei como acaba - apenas eu luto e cedo - não quero ser apenas objeto de um desejo egoísta, egocêntrico e ditador..Sou mais que objeto, sou mulher, desejo, quero ser amada como sou, quero amar quem me queira ao lado...um homem inteiro, que veja e perceba em mim não apenas uma mulher, mas A SUA MULHER, a que é amante, amiga, forte e frágil, enfim alguém que merece ser amada tão intensamente como o amor que traz no peito.A desconstrução de sentimentos acontece aos poucos, a imagem desconstroi-se tal qual fumaça se esvaindo ao sopro, mas não do vento, e sim de palavras proferidas, de gestos de indiferença, estes sim tem um poder devastador. E vai se tornando cada vez mais necessário sair destas águas e ao olhar para traz percebo que o que fiz foi ir até o esgotar do meu limite, e mesmo ainda querendo que tudo fosse diferente...é imprescindível agora nadar para fora desta correnteza que me levava como num redemoinho, é necessário a total desconstrução para que as cicatrizes não sejam permanentes...
E desta forma, descontruindo para renascer e me reinventar, sou como uma lagarta e me sinto neste momento como num casulo,mas em breve ressurgirei como uma linda mulher-borboleta.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Remanso
Com leveza vem se chegando, suas vontades,minhas vontades, nossos
desejos na mesma intensidade vinda em turbilhão, mágicos momentos, os
sentidos aguçados por toques, sussurros, me deixo levar em fantasias
compartilhadas, me deixo envolver sem llimites, corpos unidos numa busca
que entorpece e que só descansam quando encontram-se juntos no remanso
do prazer e ficam assim, enroscados até o amanhecer...leveza desprovida
de amarras, apenas a liberdade do sentir e do querermos estar ali
naquele momento, e quem sabe nos momentos que nossas vontades se
encontrarem de novo...
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Simplesmente Laurinha
Tenho muitas vezes tamanha intensidade, invasão de múltiplos sentimentos, explosão de emoções que deixam minha sensibilidade à flor da pele, onde um misto de orgulho com um "não-sei-quê" que me acomete e deixa a mente insana, pensamentos que se misturam, transformando simples marolas em tissunamis devastadoras e a tempestade se faz, então a mente transborda nos olhos e invade a alma...Mas aos poucos trazida pela bonança, a lucidez ressurge, o raciocínio volta à tona, e onde antes havia só o orgulho e o descontrole, aflora a humildade e a vontade de compreender, de entender...mesmo que seja preciso montar um quebra-cabeça, se colocar no lugar oposto, entrar no sentimento alheio, nem que para isso seja preciso deixar a própria dor de lado, sair do próprio corpo, me deixo ir desprendida de orgulho. Não faço isso para parecer superior, nem para ser metida a psicóloga/terapeuta, faço isso apenas para compreender, pura e simplesmente, para não haver mágoas, para não haver rancores, nem inimizades...e se preciso for, desculpas serão pedidas e/ou serão aceitas tantas vezes quanto forem necessárias. Mas não, por favor não tomem isso como falta de amor próprio, nunca! São princípios apenas, razão e emoção unidas, e esse é somente o meu jeito, essas são apenas algumas Coisas de Laurinha...
sábado, 24 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Felicidade de criança!

Momentos guardados dentro da memória, momentos que me trazem a sensação de felicidade pura..aquela felicidade que só uma criança consegue sentir. Felicidade que vinha de uma tarde de brincadeiras com os amigos, pular corda, jogar taco, brincadeira de roda, bolha de sabão, andar de balanço, pular elástico, quem se lembra? E a felicidade de tomar banho de chuva, onde o melhor lugar era debaixo de uma calha qualquer, indescritivel! Ser feliz fazendo pescarias de caniço onde os lambaris e caraás eram o troféu e que enchiam as fieiras e ao chegar em casa a vó fritava com carinho. Andar de barco pelo banhados cheios pelas enchentes do Jacuí, então? Este era o programa favorito dos meses de outuno e inverno em que o rio enchia o banhado e que aproveitavamos as bagatelas (pequenos barcos) e nos aventuravamos por horas a fio dentro dos banhados. E o verão? Ahh no verão... adorava a felicidade do banho de rio, onde aprendi a nadar...onde mal davamos tempo para a digestão e corriamos para a prainha e nos jogavamos na água até o entardecer ou até ficarmos murchos..Felicidade de criança, felicidade pura...queria sentir de novo..Mas ainda bem que minha memória é vívida e mergulho nas minhas lembranças, me transporto e chego a sentir o cheiro do rio, da chuva, escuto as risadas e sinto na boca o sabor dos lambaris fritos. Memórias felizes que sempre estarão guardadas dentro da melhor embalagem que tenho, meu CORAÇÃO!
quinta-feira, 1 de março de 2012
O FIM SOPRADO POR NOVOS VENTOS...

Silenciosamente surgiu, entrou como se estivesse esgueirando-se por entre sombras, e ficou ali quieto, como se não existisse. E assim, seguiram-se os dias, sem ser percebido, mas estava lá. Como não fora ainda descoberto? Será que não o vira, ou não o quisera ver? Talvez por não tê-lo visto há muito tempo, nem se dera conta de que ele era "ele"..E eis que naquele dia, ele fora descoberto, surgira impulsionado por uma situação indesejada, acabou sendo notado, percebido e sentido...sim, dolorosamente sentido, ele que não era visto há tanto tempo surge e se faz presente num momento em que, sinceramente ninguém queria descobri-lo..porque descobrir o AMOR justamente quando se despede de quem se descobre estar amando...é desenhar o fim do que nunca existiu...Sim, o fim, porque AMOR precisa de companhia, precisa de reciprocidade, precisa de alguém para regá-lo...e sem isso, morre, definha, dolorosamente acaba, para que lá adiante, ressurja soprado por ventos novos, novas chamas que surgem em nossos caminhos nos lugares mais inusitados...
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Areia, céu e mar num azul de inspiração
Histórias vividas, estórias criadas, histórias ouvidas, experiências trocadas. Andando por caminhos, onde a areia fazia carinho no meus pés, tendo o mar e o céu fundindo-se em azul no meu horizonte, percebi em mim uma mistura de tudo isso e onde muitas vezes até aquelas que não faziam parte da minha história, foram tão marcantes que era como se o fossem, algumas por serem dramáticas o suficiente para ficarem marcadas como cicatrizes, outras tão maravilhosas que gravaram-me a memória como se fosse possível sentir assim aquela felicidade vivida por outros personagens. Sou assim, muitas em uma e uma em muitas, aberta à vida, as pessoas, as histórias e estórias, uma mulher comum, mas singular, única na minha essência e a cada inspiração, traduzo aqui em palavras e emoções as histórias e estórias vividas ou ouvidas, mas minhas ou não, todas foram por mim sentidas como se minhas fossem e no meu ser se fundem!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Olhares do acaso 37 e 38
Olhares que se encontravam, furtivamente denunciando atração todas as vezes que nos encontravamos por acaso, até que um dia nos conhecemos, estavamos perto e longe ao mesmo tempo....teu compromisso, tua juventude, depois tua viagem. Quanto tempo faz, 3, 4 anos? Todo este tempo, vários reencontros rápidos, rápidos bate-papos, mas sempre os mesmos olhares e cada um para o seu caminho. Até que naquele sábado, o destino nos colocou ali, indo para o mesmo lugar, no mesmo ônibus, só colocados em poltronas distates. Como sempre um rápido bate-papo, entramos, cada um em seu lugar. E eis que, de novo o destino (será ele?), conspirou e 2 assentos vagos e me chamas para viajar a teu lado. Claro! Porque não? Três horas de papo seria ótimo. Mas o que estava guardado inevitavelmente ressurgiu, o que os olhares sempre denunciaram se confirmou, nosso desejo revelado nos beijos trocados, carinho, risos, mãos dadas...Uma "viagem" nossa viagem, poltronas 37 e 38...Um beijo de despedida e quem sabe até quando?
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Desejo...
Um pôr-do-sol,
teus lábios a roçar minha pele como se fosse uma brisa leve,
a provocar um arrepio em meu corpo...
sinto teus braços num abraço que aquece e quase desfaleço envolvida por um torpor,
um estremecer provocado pelo teu beijo ardente,
que revela teu desejo e me arrebata e conduz por prazeres intensos e ora inexplorados,
nosso suor mistura-se, fundindo-se, prazer e ritmo em sintonia...
depois explosão de sensações, cansados e aninhados adormecemos, embalados pelo torpor que ainda nos invade!
teus lábios a roçar minha pele como se fosse uma brisa leve,
a provocar um arrepio em meu corpo...
sinto teus braços num abraço que aquece e quase desfaleço envolvida por um torpor,
um estremecer provocado pelo teu beijo ardente,
que revela teu desejo e me arrebata e conduz por prazeres intensos e ora inexplorados,
nosso suor mistura-se, fundindo-se, prazer e ritmo em sintonia...
depois explosão de sensações, cansados e aninhados adormecemos, embalados pelo torpor que ainda nos invade!
domingo, 29 de janeiro de 2012
ALL YOU NEED?
Prisioneiros de si mesmos, imersos numa falsa "felicidade solitária" enredados em suas próprias teias vivem na solidão, acreditando estar bem e a salvo da dor. Sim, teias, capazes de formar um escudo tecido por um emaranhado de traumas, fios e fios de sofrimentos entrelaçados e atados por nós de puro medo e desespero de tudo que já fora tristemente vivido, experiências doloridas e que deixam profundas cicatrizes, generalizando tudo o que encontrar pela frente, descortinando um medo que deixa submersa qualquer esperança de felicidade.Love, love, love, love, love, love, love, love, love..All you need is love...All you need is love..All you need is love, love...Love is all you need.
Love, love, love, como diz a canção ALL YOU NEED IS LOVE...
Abra os olhos, enquanto é tempo porque a vida pode acabar na esquina, veja ao redor, rompa a solidão, se desvencilie desta teia que amarra tua vida como se fosse verdade absoluta o sofrer e como luto transformou tua alegria num olhar tristonho e cabisbaixo, teu sorriso não existe mais, incapaz de encarar o futuro de peito aberto e com coragem de seguir em frente..Olhe-se no espelho, encare-se e encontre novamente o teu EU, sacuda-se e rompa as barreiras, atravesse os portais da solidão, a VIDA e o AMOR te esperam lá fora, permita-se o riso frouxo, o abraço apertado, o beijo de amor, mãos dadas...caminhos podem ser menos áridos quando não estamos sós! ALL YOU NEED IS LOVE...love, love, love....
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Descobertas
Todos os dias me pergunto
até quando? E nesse vai e vem das horas, neste vai e vem de pessoas,
fico olhando o horizonte, tentando entender o que acontece? Nesses meus
anos já vividos, tantas coisas experimentadas, tantas coisas
presenciadas, experiências minhas, experiências de outros. Aprendendo,
crescendo, errando, voltando atrás, desviando, tropeçando, caindo, mas
sempre levantando e seguindo em frente. Ás vezes encontro, noutras
perco, torno a procurar, sou encontrada...Mas ainda a pergunta: Até
quando? Até enquanto eu permitir, tenha certeza tudo o que nos fazem é
porque em algum momento permitimos ou por comodidade, covardia ou por
algum sentimento qualquer de inferioridade ficamos ali parados,
observando e permitindo. Mas, eis que chega o momento! Dar um basta,
assumir o controle, da minha vida, do meu coração, do meu rumo, tomar o
leme nas mãos, içar as velas, esperar o vento soprar, olhar a bússola e
seguir para o meu NORTE. Felicidade indescritível esta, e descubro a
resposta daquela pergunta do começo: Até quando? Até quando EU quiser e
permitir, e enquanto meu lado Phoenix existir, vou renascer, vou avistar
novos horizontes, e seguirei prá lá, sem olhar para o que ficou para
trás!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Um dia na vida....
Um dia na vida a gente acorda, olha para um lado, olha para o outro, e não se vê. Onde estávamos que não nos demos conta de termos nos perdido? E agora, onde e como vamos nos encontrar? Tenho uma idéia! Lembro bem de que eu gostava de algumas coisas, chocolate, flores, crianças, riso solto, abraçar as pessoas, suspirar, conversar e ouvir, e que eu tinha um brilho no olhar e um sorriso marcantes. Tenho que me encontrar, mudo algumas coisas de lugar, remexo nas gavetas, procuro embaixo do tapete (certamente tem algo jogado por lá), abro as janelas e as portas e deixo entrar muito ar, saio para a rua..Começo a encontrar os pedacinhos, uns aqui outros ali, montando-me como num quebra-cabeças, as pecinhas todas encaixando-se, haviam se perdido e estavam misturadas e mostravam uma outra figura. Mas a coragem de mudar tudo de novo..Ahhhh, isso renova, renasce, mudar tudo, olhar a rua, a porta aberta...lá vou eu, decidi, vou atrás do meu olhar e do sorriso, estou muito perto deles, sinto isso...lá estão! O olhar está voltado para um novo horizonte que desponta ali na frente e o sorriso? Ahhh..este sim, está igual a antes, os dois estão juntos....encontrei!!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Benvindos...
Leitores do meu despretencioso blog, adoro ver que vocês me visitam, mas sabe, curiosidade feminina...gostaria mesmo de saber quem são vocês, conhecer um pouquinho de cada um, quem sabe, ter alguns de vocês como seguidores...Enfim, ficaria muuitooooo FELIZ, se deixassem algum registro aqui na minha página, um comentário, talvez naquela postagem que mais gostaram? Que tal, será que irâo satisfazer esta Laurinha aqui?? Se quiserem podemos nos corresponder, trocr idéias, sugestões se tiverem serão muito benvindas
Agora, estou esperando vocês....
Um beijo...com carinho,
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Não quero ser em sua vida
A primeira! Pois é na primeira que se consegue verificar todos os nossos erros, vendo o quanto é preciso aprender;
A última! Pois ela é quem leva a responsabilidade de realizar tudo quanto as outras não foram capazes, ou competentes, o suficiente para sustentar um relacionamento;
A mais importante! Nem pensar, pois geralmente as coisas mais importantes são aquelas que menos lembramos, apenas sabemos que são importantes por alguma coisa que fizeram;
A única! Pois jamais seria capaz de lhe entender, em todos os sentidos, antes que enjoasse de mim, não satisfazendo seus desejos por não ter tempo de conhecê-los.
Em sua vida, gostaria, apenas, de ser aquela pessoa que não fosse muito importante, não estivesse na lista dos primeiros amores, nem tão pouco na dos últimos, que não fizesse você se arrepender de não ter outras experiências, mesmo que me tendo como alguém especial, entretanto, feitora da sua opressão, e sim, uma pessoa que na sua vida entrou, fez morada, e permanece para sempre em seus sonhos. A qual faria você sentir frio mesmo sob um calor de 40 graus, que à noite, quando olhar para o céu veja em cada estrela que compõe as constelações o quanto, mesmo distante, estava próximo um do outro. Que ao ler o livro da sua vida possa encontrar-me como autora de sua felicidade - mesmo que temporária. Aquela que com um jeito irreverente buscava arrancar de forma suave e quase despercebidamente a sinceridade que brilhava no interior de seus olhos, fascinando a quem os contemplava. Alguém do qual jamais esquecerá, não como uma amiga, namorada, mas a pessoa que fez com que você por algum tempo ou, quem sabe sempre, sentisse a verdadeira importância de um sentimento puro, simples, sincero e profundo.
E se eu por acaso não conseguir atingir todos os meus ideais, espero que você tenha meu nome em um local separado dos outros:
(este texto não é de minha autoria, infelizmente, mas traduz meus pensamentos, espero que gostem, meus leitores queridos!)
Assinar:
Comentários (Atom)












