Tantas estradas já andei, por tantas ruas quase me perdi, e em outras até me encontrei. Hoje numa estrada desconhecida ainda, por onde muitas vezes tive surpresas, onde algumas vezes olhei para o lado e vi que não estava só, vi alguém que quando solto de suas amarras e seus medos, sabia mostrar-se e me fazer querida. Agora incertezas e solidão são a minha companhia mais constante. Ando tentando encontrar a mim e querendo que me deixe novamente te encontrar despojado dos teus receios.Fui avisada deste percurso, sabia deste muro..Toda estrada tem caminhos muitas vezes tortuosos, pedras, espinhos...algumas vezes encontramos flores, noutras pétalas espalhadas embaixo de nossos pés...somos humanos e queremos que toda estrada nos levem a algum caminho, é essa nossa expectativa. Mas e quando se entra numa estrada sem fim? Onde giramos, giramos e sempre voltamos ao mesmo ponto de partida? Onde por mais que se tente achar as pétalas no meio dos espinhos, onde por mais que se TENTE JOGAR AS PÉTALAS no caminho, o terreno continua inóspito e por vezes tão estreito que só passa um por vez..o que fazer? A razão manda mudar de direção, sou rebelde e por enquanto a razão perdeu! Mas até quando? Sem dúvida, até eu perceber que o silêncio é mais importante que eu!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Silêncio da minha estrada...
Tantas estradas já andei, por tantas ruas quase me perdi, e em outras até me encontrei. Hoje numa estrada desconhecida ainda, por onde muitas vezes tive surpresas, onde algumas vezes olhei para o lado e vi que não estava só, vi alguém que quando solto de suas amarras e seus medos, sabia mostrar-se e me fazer querida. Agora incertezas e solidão são a minha companhia mais constante. Ando tentando encontrar a mim e querendo que me deixe novamente te encontrar despojado dos teus receios.Fui avisada deste percurso, sabia deste muro..Toda estrada tem caminhos muitas vezes tortuosos, pedras, espinhos...algumas vezes encontramos flores, noutras pétalas espalhadas embaixo de nossos pés...somos humanos e queremos que toda estrada nos levem a algum caminho, é essa nossa expectativa. Mas e quando se entra numa estrada sem fim? Onde giramos, giramos e sempre voltamos ao mesmo ponto de partida? Onde por mais que se tente achar as pétalas no meio dos espinhos, onde por mais que se TENTE JOGAR AS PÉTALAS no caminho, o terreno continua inóspito e por vezes tão estreito que só passa um por vez..o que fazer? A razão manda mudar de direção, sou rebelde e por enquanto a razão perdeu! Mas até quando? Sem dúvida, até eu perceber que o silêncio é mais importante que eu!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Quero sentir...
Andando pelas ruas, percebo que ainda busco te encontrar a cada esquina que passo. Caminhos que trilho e não sei onde irei chegar... Há muito não te encontro, mas impossível apagar da lembrança que com você tudo se transforma, tudo fica mais bonito. Tento encontrar-te andando por caminhos desconhecidos, sinto as vezes que estás perto, quase sinto tua presença, mas era engano e de novo o vazio.Quero sentir como antes meu coração saltar e quase parar de bater, beijos que me tiram o ar e me percorrem o corpo me fazendo estremecer. Me dá um sinal, me diz onde está, irei correndo ao teu encontro, sem medo. Quero sentir tudo de novo, quero meu corpo invadido, te quero tomando conta de mim. Só sentindo você me sinto viva!
domingo, 18 de setembro de 2011
Muitas dúvidas, apenas uma certeza!
Os caminhos a se escolher são sempre cheios de dúvidas, e nesta altura da vida com experiências e vivências minhas e do que pude presenciar, estas dúvidas parecem que aumentam ainda mais. Pensei que com o meu amadurecimento as dúvidas seriam mais fugazes e as certezas sim, estas fariam parte da minha vida. Triste ilusão, as dúvidas são cada vez maiores, e não adiantam livros, teorias, técnicas ou qualquer outro meio para racionalizarmos, identificarmos ou tentarmos de alguma forma desembaraçar os enredos psicologicos de cada medo, de cada dúvida. Nada adianta, a dúvida vai ficar lá, no seu pedestal. Porque é assim, num pedestal que costumamos colocá-la! Porque ela sim, vai ser muito maior do que todo o resto, maior inclusive que a vontade de ser feliz!
Dúvidas sempre as teremos, mas uma certeza eu tenho QUERO SER FELIZ, e vou me permitir isso, nesta estrada que nunca sabemos onde e quando vai terminar, não querer arriscar por medo, é fugir da VIDA, e eu quero VIDA e vou em busca dela, seja neste caminho ou noutro que ainda tenha que encontrar!
domingo, 11 de setembro de 2011
Entrelinhas
As entrelinhas...ahh, tantas coisas a serem lidas, tantas coisas a serem desvendadas. Quantas palavras subtraídas, deste silêncio entrecortado. Aos mais sensíveis, as entrelinhas são como frases explícitas, aos mais pragmáticos, estes nem sabem que existe entrelinhas.Existe aqueles que só usam as entrelinhas e cada vez que tem algo a dizer, apenas deixam a entrelinha falar. E há ainda os que acham que existe entrelinhas em tudo, um silêncio, um suspirar, e pronto, lá está! A entrelinha é delicada, e deve ser cuidadosamente decifrada, e quando isso acontecer, lembre-se ainda é uma entrelinha e não é uma certeza..A certeza, muitas vezes, está fora das entrelinhas, está nas palavras e nos gestos, e as vezes em tudo junto decifrado. Você um arquéologo, a entrelinha sua esfinge, decifra-me ou devoro-te!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Olhar
"Quando a luz dos olhos teus e a luz dos olhos meus resolvem se encontrar, ai que bom que isso é meus Deus, que frio que me dá o encontro desse olhar...." lembrei desta canção, e de como são lindos esses versos. O olhar reflete até aquilo que não se quer revelar.E os dias passam, e ainda aquele mesmo olhar arredio, o mesmo olhar que não me vê. Olhos que se desviam dos meus, que fogem, sem querer olhar no meu olhar, olha por apenas poucos segundos e depois, lá se vão, olhando outro ponto no horizonte, finjo que não sei onde, ao mesmo tempo que você finge que me vê...No horizonte meu olhar vagueia, buscando os versos da canção.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Acordar
De vez em quando a vida se abre, e pela janela vejo que o sol aparece novamente, a brisa toca meu rosto...acordo! Mas, que dúvida, não sei se saio para a rua ou fecho a janela, tranco tudo novamente e volto a dormir quietinha. Não consigo! Será que lá fora o sol é fraco? Será que não é brisa e sim um vento gelado? Vejo que existem nuvens no céu, mas penso, sempre terão nuvens no céu!? Tomo a decisão, fecho a janela! Coloco um casaco, pego um guarda-chuvas e meus óculos escuros, abro de vez a porta e saio para rua. A vida é melhor lá fora!
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